quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

PLANEJAR PARA CRESCER

Sinto muito políticos, sinto dizer que reprovo vossas administrações, não é uma reprovação qualquer sem fundamento. Mas estou de fato lhe chamando a atenção. Nossa região da Baixada Santista, sofre com uma doença viral dos políticos, aquela que se chama desgovernar, não existe plano de gestão, metas, planejamento, pesquisa nem sustentabilidade.
Somos um navio sem direção, sem leme sem capitão. E vamos naufragar em breve.
Somos o que? Qual nossa vocação? Turismo, indústria, comercio, no que somos bons?
Somos uma região turística? Se sim quais fundamentos estamos traçando. NOSSAS PRAIAS SÃO LINDAS, LIMPAS PARADISÍACAS! Certo? TEMOS HOSPITAIS, TEMOS TEATROS, CINEMAS, PARQUES CERTO? TEMOS SEGURANÇA? NINGUÉM FICA PRESO NO TRANSITO EM FIM! SOMOS UMA REGIÃO BOA PARA O TURISMO!
Então gente tá certo tudo isso? PODEMOS FAZER ALGUMA COISA.
PODEMOS, MUDAR NOSSOS POLÍTICOS, MUDAR ESTA GENTE QUE TA ACOSTUMADA COM PODER MAS NÃO FAZ NADA POR NÓS.
Políticos da Praia Grande por favor vão embora!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

RESILIÊNCIA

Com qual propósito, estudamos, trabalhamos e constituímos família? Qual objetivo nos faz construir sonhos em realidade e nos encoraja a desbravar a vida?
Acho que nasci num período errado, Estou atrasado ou adiantado cinquenta anos. Não me identifico com o mundo superficial, instantâneo e descartável de hoje. Sou muito careta para este mundo, ou muito moderno, estou no tempo errado. E você qual é o seu tempo?
Você é dos amores descartáveis? Sucessos instantâneos, riquezas de aparência?
Neste mundo moderno, casamento e família são descartáveis, ninguém mais tem a resiliência do amor, isso se desfaz com uma pequena controvérsia do casal ou família, tem tio que rompe laços com o sobrinho porque ele deixou de ser petista, tem mãe que não almoça com o filho porque ela é corintiana e por ai vai os exageros das superficialidades do amor descartável.
Algumas pessoas são como o funk ostentação, que ostentam o que não tem, o moleque se mata para comprar um relógio bacana, um tênis de marca e uma camiseta de grife, não paga água nem a conta de luz, vende o vale transporte, passa fome, mas ele quer ostentar para sentir bem. Tem gente que tem carro bacana, em busca e apreensão, com mandado de prisão pagando de gatinho, com seu camaro amarelo, os artistas miojjos surgem e desaparecem na mesma velocidade. A geração moderna é fraca demais, não tem resiliência, se quebra fácil, seco, magro num instalo. Onde está a luz desta geração vazia? Onde estão os jovens, revolucionários que protestavam nas ruas agora pouco, porque não protestam nos votos, porque deixam eleger certas criaturas bizarras da oligarquia política. Eles fazem cara feia para a política, não gostam dela, ela é demasiadamente chata para estes fracos e artificiais jovens miojos, assim os oligarcas, coronéis do Brasil, com suas garras selvagens de lobo, tomam conta de que ninguém quer, da Política. Poucos, melhor muitíssimo poucos cuidam de muitos, na verdade fingem que cuidam, não fazem é nada, e muitos deixam estes pouquíssimos canalhas cuidarem de suas vidas de superficialidade e fraqueza. onde está a resiliência destes?


domingo, 29 de junho de 2014

ESPORTE ...

Embora todos os acontecimentos, que ocorrerão durante nossa preparação para a Copa, as obras não concluídas o trem bala, que virou piada internacional, protestos e desperdício de dinheiro público.
Temos que admitir, esporte é esporte, política é política, não vamos misturar tudo, num balaio só.
Que culpa tem o Júlio Cesar ou o Neymar se o trem bala não saiu, ou se o estádio do corinthias time do ex presidente Lula, o homem que se intitula ter feito mais do que qualquer um pelo Brasil, ser o mais caro e inacabado das copas. Na hora de torcer não levo nada disso em consideração, eu to ali vidrado no atleta, no gol, na marcação etc. Isso não me faz ser um alienado, nada haver uma coisa com a outra, nós vamos fiscalizar, ta ai o portal da transparência o TCU, CGU, e vamos responsabilizar nas urnas os culpados e ponto final. Eu sou brasileiro, não vou torcer para o Chile, Argentina ou Alemanha, só porque não curto a Dilma e o governo neoliberal dela. Se o PT, perdeu o rumo virou pelego, ah, não é razão de deixar de ser brasileiro, eles que se mudem junto com os Tucanos e procurem outro lugar para eles cacarejarem.
Cadê as obras do Rio São Francisco? Reforma Providenciaria ou Política, não sei e ninguém do PT também sabe dizer...mas por favor me deixem torcer pela seleção, nada haver misturar uma coisa com a outra.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ingleses dão dicas para Turistas em viagem ao Brasil



É disso que devemos ter vergonha, hoje no Brasil vivemos em Guerra, uma Guerra Cívil, com onda de violência, assaltos e crimes diversos!
Nossos políticos não são piores do que seus leitores, só um povo iníquo é capaz de escolher outro iníquo, a responsabilidade é de quem os escolheu"

Considerações

Sinceramente, não considero sensato as ondas de protestos ocorrido, se não estou delirando, eu mesmo vi o povo eufórico com o anúncio da Copa do Mundo no Brasil. Aliás somos internacionalmente conhecidos, como país do Futebol, não por conta de nossa habilidade, mas por conta dos alienados torcedores que dedicam sua vida, tempo e dinheiro em troca do futebol, enquanto se alineiam contra tudo que ocorre no mundo.Estes alienados de plantão, que não sabem dizer o nome dos Ministros, governadores, deputados federais coisa e tal, agora resolveram protestar. Pura falta do que fazer,porque não tem ideologia nem para protestar, nem sabe a diferença entre capitalistas, socialistas, guerra fria nada disso, é um povinho bem medíocre mesmo. Black Block são uns ridículos, modistas, não são capazes de produzir textos maxitas ou fascistas, alias acredito que não podem me descrever nenhum nem outro. São tão superficiais, que chegam ser secos, sem conteúdo, eles e seus protestos não nos levaram a lugar algum, ao nada, assim como eles são, Nada.
Eu acredito em protesto sim, mas com argumento, com diálogo, proposta e fundamentação ideológica, não a esta palhaçada que está ocorrendo, isso é um vexame internacional.
Que quem tenha um mínimo de intelectualidade, proteste nas urnas, na forma legal e democrática de fazer.
Que tire a Dilma do poder juntamente com sua corja, mas que também não de o direito de Aécio de governar, outro da mesma laia. Que seja racional e não boneco de manobra. Isso não é protesto, quebrar, invadir coisa privada em detrimento de coisa qualquer.
Eu fui do Rio para Londres três semanas antes do início dos Jogos Olímpicos de 2012. Ao chegar, a cobertura do evento não poderia ser mais negativa; a arrogância do COI (Comitê Olímpico Internacional), suas faixas de trânsito especiais para os VIPs e o fato de pequenos comércios não poderem usar o logo dos anéis olímpicos; nos jornais, não havia outras coisa a não ser reclamações.
O clima começou a mudar quando a tocha olímpica fez uma viagem por vários bairros de Londres. As pessoas começaram a se sentir parte daquilo. Os londrinos começaram a sentir que a Olimpíada era deles – um sentimento que se fortaleceu ainda mais e ganhou uma dimensão nacional com a incrível e peculiar cerimônia de abertura de Danny Boyle.
Galvão Bueno pode não ter ficado perplexo com ela, mas esse não é o ponto. A cerimônia não era exatamente para ele. Ela fez com que os locais se sentissem representados, e preparou terreno para a capacidade do evento em trabalhar sua magia ao longo das duas semanas seguintes.
Quanto disso é relevante para o próximo megaevento, a Copa do Mundo de 2014? É claro que há semelhanças. Às vésperas da grande abertura, a Copa do Mundo tem sérios problemas entre os poderes públicos e a população local, nesse caso os brasileiros. Mas, por outro lado, mesmo se isso for bem escondido, há um grande entusiasmo para o torneio. Houve uma grande venda de ingressos, assim como nos Jogos de Londres. E o tour da taça do Mundial pelas cidades brasileiras arrastou centenas de milhares de pessoas para vê-la. Elas querem estar na festa.
Pintura nas ruas de Manaus / Crédito da foto: Reuters
Pessoas pintando as ruas, decorando suas casas...o clima de Copa começa a chegar
Também é verdade que o evento irá demonstrar sua força durante a Copa, espalhando seu pozinho mágico pelas 12 cidades-sede, de Porto Alegre a Manaus.
A atmosfera pelas próximas semanas será, com certeza, inesquecível. Cerca de 640 mil visitantes estrangeiros, da Argélia à Coreia do Sul, da Colômbia a Camarões, irão andar pelo país, todos em busca de espetáculo. Isso irá criar uma onda cosmopolita de energia positiva. Nos meses que antecederam o torneio, a mídia internacional foi atrás de histórias de impacto e problemas da organização, e por que não? Isso é parte da função deles. Os torcedores, porém, têm uma agenda diferente. Eles estão em busca de diversão, estão pagando muito por esse privilégio e querem que o evento seja o mais inesquecível possível.
Isso, claro, é uma grande força. A maior esperança das autoridades é que nas próximas semanas ela abafe os protestos e reclamações. E essa esperança poderá ser justificada nos próximos dias.
Mas há uma importante diferença entre os problemas públicos antes dos Jogos Olímpicos de Londres em relação à Copa do Mundo de 2014. Em Londres, a principal manifestação, até bem perto da Olimpíada começar, era em relação às imposições do COI. Isso também está presente no Brasil, com o debate sobre os poderes cedidos à Fifa.
Mas está longe de ser o principal problema. De fato, depois de estudar os acontecimentos do ano passado, a Fifa chegou à conclusão de que a entidade não era o principal alvo da insatisfação das massas. A grande raiva estava direcionada ao Estado brasileiro.
O principal problema não é de imposição – ou que o evento não é necessariamente brasileiro. Pelo contrário, o principal problema é que a organização do evento tem sido excessivamente brasileira – em outras palavras, os defeitos do Estado brasileiro e as dificuldades rotineiras da população têm aparecido impiedosamente no centro das atenções globais.
Isso significa que, ao contrário de Londres 2012, a organização da Copa do Mundo continuará a ser um tema polêmico mesmo depois do circo fazer as malas e deixar a cidade. Soma-se a isso o fato de que esse é um ano eleitoral – e as recentes declarações de Ronaldo e Joana Havelange só podem ser compreendidas nesse contexto.
Não importa o quão bem-sucedido seja o evento, e quão mágica será a atmosfera entre 12 de junho e 13 de julho, duas crenças básicas provavelmente não serão abaladas: uma significante parcela da população brasileira seguirá com a opinião de que a Copa do Mundo custou demais, e deu muito pouco retorno.

SOBRE NOSSOS POLÍTICOS

"A ocasião faz o roubo, o ladrão já nasce pronto"

Olavo Bilac