domingo, 29 de junho de 2014

ESPORTE ...

Embora todos os acontecimentos, que ocorrerão durante nossa preparação para a Copa, as obras não concluídas o trem bala, que virou piada internacional, protestos e desperdício de dinheiro público.
Temos que admitir, esporte é esporte, política é política, não vamos misturar tudo, num balaio só.
Que culpa tem o Júlio Cesar ou o Neymar se o trem bala não saiu, ou se o estádio do corinthias time do ex presidente Lula, o homem que se intitula ter feito mais do que qualquer um pelo Brasil, ser o mais caro e inacabado das copas. Na hora de torcer não levo nada disso em consideração, eu to ali vidrado no atleta, no gol, na marcação etc. Isso não me faz ser um alienado, nada haver uma coisa com a outra, nós vamos fiscalizar, ta ai o portal da transparência o TCU, CGU, e vamos responsabilizar nas urnas os culpados e ponto final. Eu sou brasileiro, não vou torcer para o Chile, Argentina ou Alemanha, só porque não curto a Dilma e o governo neoliberal dela. Se o PT, perdeu o rumo virou pelego, ah, não é razão de deixar de ser brasileiro, eles que se mudem junto com os Tucanos e procurem outro lugar para eles cacarejarem.
Cadê as obras do Rio São Francisco? Reforma Providenciaria ou Política, não sei e ninguém do PT também sabe dizer...mas por favor me deixem torcer pela seleção, nada haver misturar uma coisa com a outra.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ingleses dão dicas para Turistas em viagem ao Brasil



É disso que devemos ter vergonha, hoje no Brasil vivemos em Guerra, uma Guerra Cívil, com onda de violência, assaltos e crimes diversos!
Nossos políticos não são piores do que seus leitores, só um povo iníquo é capaz de escolher outro iníquo, a responsabilidade é de quem os escolheu"

Considerações

Sinceramente, não considero sensato as ondas de protestos ocorrido, se não estou delirando, eu mesmo vi o povo eufórico com o anúncio da Copa do Mundo no Brasil. Aliás somos internacionalmente conhecidos, como país do Futebol, não por conta de nossa habilidade, mas por conta dos alienados torcedores que dedicam sua vida, tempo e dinheiro em troca do futebol, enquanto se alineiam contra tudo que ocorre no mundo.Estes alienados de plantão, que não sabem dizer o nome dos Ministros, governadores, deputados federais coisa e tal, agora resolveram protestar. Pura falta do que fazer,porque não tem ideologia nem para protestar, nem sabe a diferença entre capitalistas, socialistas, guerra fria nada disso, é um povinho bem medíocre mesmo. Black Block são uns ridículos, modistas, não são capazes de produzir textos maxitas ou fascistas, alias acredito que não podem me descrever nenhum nem outro. São tão superficiais, que chegam ser secos, sem conteúdo, eles e seus protestos não nos levaram a lugar algum, ao nada, assim como eles são, Nada.
Eu acredito em protesto sim, mas com argumento, com diálogo, proposta e fundamentação ideológica, não a esta palhaçada que está ocorrendo, isso é um vexame internacional.
Que quem tenha um mínimo de intelectualidade, proteste nas urnas, na forma legal e democrática de fazer.
Que tire a Dilma do poder juntamente com sua corja, mas que também não de o direito de Aécio de governar, outro da mesma laia. Que seja racional e não boneco de manobra. Isso não é protesto, quebrar, invadir coisa privada em detrimento de coisa qualquer.
Eu fui do Rio para Londres três semanas antes do início dos Jogos Olímpicos de 2012. Ao chegar, a cobertura do evento não poderia ser mais negativa; a arrogância do COI (Comitê Olímpico Internacional), suas faixas de trânsito especiais para os VIPs e o fato de pequenos comércios não poderem usar o logo dos anéis olímpicos; nos jornais, não havia outras coisa a não ser reclamações.
O clima começou a mudar quando a tocha olímpica fez uma viagem por vários bairros de Londres. As pessoas começaram a se sentir parte daquilo. Os londrinos começaram a sentir que a Olimpíada era deles – um sentimento que se fortaleceu ainda mais e ganhou uma dimensão nacional com a incrível e peculiar cerimônia de abertura de Danny Boyle.
Galvão Bueno pode não ter ficado perplexo com ela, mas esse não é o ponto. A cerimônia não era exatamente para ele. Ela fez com que os locais se sentissem representados, e preparou terreno para a capacidade do evento em trabalhar sua magia ao longo das duas semanas seguintes.
Quanto disso é relevante para o próximo megaevento, a Copa do Mundo de 2014? É claro que há semelhanças. Às vésperas da grande abertura, a Copa do Mundo tem sérios problemas entre os poderes públicos e a população local, nesse caso os brasileiros. Mas, por outro lado, mesmo se isso for bem escondido, há um grande entusiasmo para o torneio. Houve uma grande venda de ingressos, assim como nos Jogos de Londres. E o tour da taça do Mundial pelas cidades brasileiras arrastou centenas de milhares de pessoas para vê-la. Elas querem estar na festa.
Pintura nas ruas de Manaus / Crédito da foto: Reuters
Pessoas pintando as ruas, decorando suas casas...o clima de Copa começa a chegar
Também é verdade que o evento irá demonstrar sua força durante a Copa, espalhando seu pozinho mágico pelas 12 cidades-sede, de Porto Alegre a Manaus.
A atmosfera pelas próximas semanas será, com certeza, inesquecível. Cerca de 640 mil visitantes estrangeiros, da Argélia à Coreia do Sul, da Colômbia a Camarões, irão andar pelo país, todos em busca de espetáculo. Isso irá criar uma onda cosmopolita de energia positiva. Nos meses que antecederam o torneio, a mídia internacional foi atrás de histórias de impacto e problemas da organização, e por que não? Isso é parte da função deles. Os torcedores, porém, têm uma agenda diferente. Eles estão em busca de diversão, estão pagando muito por esse privilégio e querem que o evento seja o mais inesquecível possível.
Isso, claro, é uma grande força. A maior esperança das autoridades é que nas próximas semanas ela abafe os protestos e reclamações. E essa esperança poderá ser justificada nos próximos dias.
Mas há uma importante diferença entre os problemas públicos antes dos Jogos Olímpicos de Londres em relação à Copa do Mundo de 2014. Em Londres, a principal manifestação, até bem perto da Olimpíada começar, era em relação às imposições do COI. Isso também está presente no Brasil, com o debate sobre os poderes cedidos à Fifa.
Mas está longe de ser o principal problema. De fato, depois de estudar os acontecimentos do ano passado, a Fifa chegou à conclusão de que a entidade não era o principal alvo da insatisfação das massas. A grande raiva estava direcionada ao Estado brasileiro.
O principal problema não é de imposição – ou que o evento não é necessariamente brasileiro. Pelo contrário, o principal problema é que a organização do evento tem sido excessivamente brasileira – em outras palavras, os defeitos do Estado brasileiro e as dificuldades rotineiras da população têm aparecido impiedosamente no centro das atenções globais.
Isso significa que, ao contrário de Londres 2012, a organização da Copa do Mundo continuará a ser um tema polêmico mesmo depois do circo fazer as malas e deixar a cidade. Soma-se a isso o fato de que esse é um ano eleitoral – e as recentes declarações de Ronaldo e Joana Havelange só podem ser compreendidas nesse contexto.
Não importa o quão bem-sucedido seja o evento, e quão mágica será a atmosfera entre 12 de junho e 13 de julho, duas crenças básicas provavelmente não serão abaladas: uma significante parcela da população brasileira seguirá com a opinião de que a Copa do Mundo custou demais, e deu muito pouco retorno.

SOBRE NOSSOS POLÍTICOS

"A ocasião faz o roubo, o ladrão já nasce pronto"

Olavo Bilac

segunda-feira, 26 de maio de 2014

PIBINHO BRASILEIRO E SUAS EXPLICAÇÕES!



VERBALISTA



https://www.youtube.com/watch?v=e0QreDSDW6w

O VERBALISTA!

Adoro escrever, e discutir assuntos polêmicos, sou amante da política e um idealista convicto.
Gostaria de inciar este Blog, contando duas frases/ensinamentos que ouvi/aprendi ainda criança, e as acho muito engraçadas.
1º Que o Governador Quércia da época, tinha lido o pequeno príncipe ao invés de Maquiável, razão de seu fracasso político.
2º Que existem 3 tipos de Homens, 1 Os observadores, que aprendem com o erro dos Outros, 2 os homens experimentados, que aprendem pelas experiencias da vida e por fim os Ignorantes aqueles que nunca aprendem.
Por que estou iniciando com esta história infantil, é que nos últimos anos, de 2009 para cá temos evoluído em nossos sistemas econômicos financeiros tendo em vista a crise econômica de 2009, Aprendemos que o crédito imobiliário sem análise de crédito concreta e objetiva pode levar ao caos econômico financeiro, como aconteceu nos EUA.
Minha crítica, é de longe ao Programa Minha Casa Minha Vida, estou longe de criticar este programa, pois ele seguiu os parâmetros aceitáveis de risco.
Mas a dona Dilma equivocou-se na continuação falida deste programa, numa proposta eleitoreira, institucionalizando o curral eleitoral, através da legalização de brindes de consumo. O Programa Minha Casa Mais é assim, ele da crédito para bens de consumo sem análise de risco, independente se o nome está ou não com restrição, e quem paga a conta do CALOTE? Você eu e todos os cidadão que contribuem com seus Impostos.
Se querem dar um cartão de Consumo, não me importo, mas eu me importo muito, se o cidadão honesto que paga suas contas em dia, faz compras com análise de risco e juros maior, e um cidadão com restrições usa um cartão de crédito, financiado pelo governo, sem critério de risco nenhum, da um calote e eu que tenho que pagar.
Sou a favor da distribuição de renda, a favor da igualdade social, desde que respeitado  o princípio da isonomia
Fica ai o recado!